Projeto Acqua Titãs

Projeto Acqua Titãs

O Projeto Acqua Titãs – Os Guardiões das Águas nasce de uma premissa clara: educar, conscientizar e proteger, usando a força da narrativa, da imaginação e da comunicação estratégica como aliadas do meio ambiente.

Idealizado por Milton Figueiredo, em conjunto com a Secretaria Executiva do Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Pardo/Grande (CBH-BPG), o projeto transforma a complexidade da gestão dos recursos hídricos em conteúdo acessível, lúdico e envolvente, aproximando a população — especialmente crianças e jovens — do tema do uso racional e da preservação da água.

Instalado em 1996, o CBH-BPG é um órgão colegiado de caráter consultivo e deliberativo, vinculado ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos. Sua atuação regional e sua composição própria fazem dele uma referência na gestão compartilhada das águas. O Acqua Titãs nasce justamente para traduzir essa missão técnica em linguagem popular, sem perder profundidade nem responsabilidade.

A estratégia é clara: educação ambiental por meio do entretenimento.
O projeto ganha vida com a criação de 13 personagens heroicos, cada um representando um dos municípios que integram o CBH-BPG: Altair, Barretos, Bebedouro, Colina, Colômbia, Guaíra, Guaraci, Icém, Jaborandi, Morro Agudo, Orlândia, Terra Roxa e Viradouro. Juntos, eles formam o grupo dos Acqua Titãs.

O pano de fundo da narrativa é simbólico e atual. Em um momento crítico para o meio ambiente da Bacia do Baixo Pardo/Grande — marcado por poluição dos rios, desmatamento, queimadas e desperdício de água — surge Gaia, a mãe-terra. Enfraquecida pelas dores da degradação ambiental, mas movida pela esperança, ela decide agir.

Por meio de uma arca encantada, Gaia resgata 13 seres vivos, cada um de um município da bacia, convidando-os a integrar a Missão Acqua Titãs: vigiar, proteger e restaurar o equilíbrio ambiental da região, com foco especial no bem mais precioso do planeta — a água.

Esses seres passam a ser chamados de titãs e titânides, por carregarem valores extraordinários como bondade, coragem, solidariedade e senso coletivo. Com a ajuda de um talismã mágico, eles podem assumir forma humana e atuar diretamente na proteção dos rios, nascentes, lagos e comunidades, salvaguardando vidas e denunciando ameaças ambientais.

Gaia é a mentora do grupo. Seu visual carrega forte simbologia ambiental: pele marrom representando a terra; cabelos verdes com flores simbolizando a flora; olhos como faíscas do fogo natural do Cerrado, que renova a vida. O cenário dialoga diretamente com a realidade da Bacia do Baixo Pardo/Grande, marcada pela transição entre Cerrado, Cerradão e Floresta Estacional Semidecidual.

Em suas mãos, Gaia carrega um cajado com um cristal em forma de gota d’água e um globo terrestre — instrumentos que lhe permitem observar, proteger e agir em favor do meio ambiente. Sua morada se transforma em uma casa-comum, espaço de refúgio, encontro e planejamento das missões dos Acqua Titãs.

Mais do que um projeto educativo, o Acqua Titãs é um ecossistema de comunicação ambiental, com potencial para animações, materiais pedagógicos, campanhas institucionais e ações presenciais. Um exemplo concreto desse impacto foi a premiação dos alunos que criaram personagens do projeto, exibida em episódio do programa Super Conscientes, do SAAE Barretos.

O projeto está apenas começando — e sua história será acompanhada por meio de conteúdos, episódios e releases.

O Acqua Titãs – Os Guardiões das Águas traduz, na prática, o DNA da Made in Barretos:
criar projetos com propósito, unir educação, storytelling e estratégia, e transformar temas técnicos em narrativas capazes de gerar consciência, pertencimento e ação.

Porque proteger a água é proteger a vida.
E comunicar isso do jeito certo muda tudo.

Veja como foi a premiação dos alunos que criaram os personagens em um episódio do programa Super Conscientes do SAAE Barretos: